vou envelhecendo e esse vazio vai me preenchendo.passam-se os dias,os anos,
os pensamentos ficam distantes.
vividos momentos,vividos sentimentos.
o vazio contemplo.
doe e conforta.
cega-me,surda-me.
fugido do real humano.
transbordando no continuo linear,
no vazio interior.
na imaginação cheia e presa.essa vida inteira,cheia de dores,
que preenche esse campo nostálgico.
não mais posso imaginar sem o desalinhamento.
ouço a voz do amigo.
vejo pessoas no meu caminho.
cego fiquei,sentido no passado presente.
mente não esquecida,com coração vazio.
esse caminho longo e preso a esse mundo interior.
a esse pensamento obsoleto,mas vivido e sentido.
já não consigo destruir o real humano,
da imaginação sentida,paralela ao contínuo material.
(wallace vil)
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