As noites são frias.Caladas,sensatas.
Com sombras,sem estrelas.
As nuvens são turvas.
Caminho entre os arbustos.
Caminho ao brilho da lua.
As luzes são turvas.
O caminho parece não ter fim.
A cancão continua a mesma.
Sinto o frio que vem do sul.
Creio que esteja a sós.
Procuro-a entre as sombras.
Sinto um sentimento cortando por dentro.
Ela não cessa seu horizonte,
que flui entre as montanhas,
sem saber que a amo sinceramente.
A sós continuo.
Me encontra,mas é escuro demais.
Não vejo seus passos.
Apenas sinto.
Forma deslumbrante.
Preciso prosseguir meu caminho.
A lua esta vazia.
Meus olhos estão trémulos.
Em minha mente somente sua face.
Onde esteja eu continuarei.
Não me disse adeus.
E fica a deriva.
Suas palavras foram claras.
Em minhas cartas o sentimento,
Verdadeiro e continuo.
O vento corta meu peito frigido.
Em meio a essa horta,
Um amor claro e continuo.
Em meio a tantos alvoroços,
Não me alarmo.
É a estacão da rainha de maio.
Sua passagem não me afinge.
Em meus desejos,
Consigo amar entre tantos alvoroços.
Caminho para ela.
Caminho com ela.
(wallace vil)
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