terça-feira, 29 de março de 2005

aktuell nostalgi av den egene eksistensen


saudades vividas de um remoto cotidiano.
lembranças pulsantes,gritantes.
inquietacoes nos pensamentos,
que insistem ser os mesmos,
os mesmos de outrora.
já se faz presente o tempo que fora vivenciado,
agora não mais o mesmo.
pensamentos nostálgicos com sentimentos.
sentimentos sentidos e feitos de momentos reais,
momentos verdadeiros,
comuns,sobreposto ao pensamento incomum.
eram constantes praticas de acontecimentos.
eram constantes momentos libertos.
os dias eram consumidos por vontades,
por sentimento real,sentimento inteiro.
acoes irrelevantes no pretérito,
acoes relevantes no presente.
sentimentos únicos,sentimentos remotos,
sentimentos contínuos,lembranças remotas.
dias contruidos com realidade de própria existência,
da própria vontade,do próprio interno.
da própria vida cotidiana.
da própria criacao sensitiva.
não há mais pretérito-presente.
não há mais dias pretéritos,
mas há lembrança pretéritas,
com gosto de sentimento pretérito remoto.
gosto da historia criada,vivida,sentida.
gosto da vontade feita,
presente eleito pelo passado remoto.
sentimento presente pelo passado criado
pensamentos,imaginacoes,sentimentos presentes,
presentes no presente,
mas com vontades,lembracas remotas.
saudades da historia vivida,
da historia criada,não contada.
do conidiano formado e perdido.
(wallace vil)

sexta-feira, 18 de março de 2005

tarde vazia


lancei-me na tarde vazia.
fôra com as mesmas acoes.
distante no cotidiano real.
sorrindo com próprias imaginacoes.
do mesmo jeito,
de mesma outrora.
composto de sutis  pensamentos indefinidos.
consumido pela intensa persistencia interna,
o mesmo do remoto.
o mesmo persistente.
nessa tarde vazia tudo fôra consumido.
tudo fôra distorcido.
tudo fôra como fôra.
tudo deveras como fôra.
devera fôra.
acontecimento consciente e consistente.
remoto de tudo que fôra um dia.
nao afirmo com clareza,
nem certeza,
mas penso como fôra acontecendo.
fugindo do não real incondicional.
aproximando do real natural.
sentindo o que nuca sentira.
presenciando o que nunca fôra presenciado.
gostando de estar no lado imoral,
no lado não idealizado,
às margens da própria imaginacao.
sentindo somente a liberdade,
de tudo que devera de ter me aprisionado.
uma prisão própria e criada,
pela própria mente.
(wallace vil)