sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Marianne

esteve presente e apartou-se.
agora só me resta rogar com sapiência,
nessa longa noite.
e  vê-la-ia em prantos.
e sentiria seu doce sabor.
[quem sabe seu nome!]
e não esquece.
veio como a primavera.
esta estacão silenciosa,
que não a afasta de meus pensamentos.
enquanto outrora vivia no inverno petulante.
oh querida!dance comigo,
eu a precepto nesse balanco
para que esperarmos tanto?
com esse sublime e insensato coração,
que está amargurado nessa noite estupefática.
tantas pessoas  viram,
o florescer de seu encanto.
acredito na melodia que nos uni.
eu rogo suplicadamente,
que não me deixe.
não me deixe agora nesse inverno,
sonhando sozinho,
sem seus passos.
quero te abraca e dizer que a amo insensatamente.
minhas emoções emanam com sua presença sugestiva.
não me diga inconsciente.
esta primaveril cancão em meus olhos,
está esperando você passar,
para poder contempla-la,
pois és uma cortesã.
atá quando posso senti-la figadalmente,
plena,em meu espirito.
deixe-me abrir seus olhos,
para que eu veja o que realmente sou em seu tempo,
no seu eterno renomado encanto.
formidavelmente quero te alcançar.
em tantas emoções,
quero te proporcionar emoção a um par estupefáto.
existem pessoas a volta,
que não me entendem,
mas você pode sentir.
explique agora seu amor.
expresse agora seu amor.
para que eu possa senti-la sovervelmente.
com minha insupetável paixão por você.
(wallace vil)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Darlene

não sei para onde vou,
nesse caminho pérfido.
não quero voltar a aquele tempo frio.
preciso encontrar meus horizontes,
nessa nova construção sublime.
não quero voltar.
não quero apenas tentar.
posso abrir meus olhos,
e a ela vê-la.
esse disperso e remoto caminho,
que me deixa aflito.
são duas essências!
são dois tempos!
preciso encontra-la,
preciso reencontra-la nessa noite.
e se for esse tempo,
esse longuinho espaço-tempo,
que seja beneplácito nessa noite virgem.
(wallace vil)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Dazed

ela está próxima de nos.
oh querida! oh querida!
não pensei que chegaríamos tao longe.
nunca imaginei,o quanto tamanho esse amor.
esse momento sublime,contemplo.
momento sereno,inabalável.
essa noite tudo esta calmo.
nada pode muda-la.
nessa noite não quero dormir.
quero estar com você,
sem ter que pensar na próxima.
oh querida! oh querida !
outa vez eu volto!
fico pensando como seria,
se não a tivesse isolado,
de minha presença.
nessa noite,nessa bela noite,
não posso ficar a sós,
se ter você,sem ter o que querer,
te-la novamente.
nessa nova,intocável e satisfeita noite,
(wallace vil)

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Untitled

à stella.onde estais agora?
preciso encontra-la,
confessar tudo o que sinto.
sinto-me aprisionado aqui,
nesse estranho mundo romântico.
perturbado por este sentimento,
eufórico de meus próprios pensamentos.
onde estais agora?
deixe-me expressar o que está ancorado.
deixe-me aproximar de seus passos.
não finja que não sejas verdade.
não se pereça de meus olhares.
tenho tudo o que preciso,
mas quero alcançar seu destino.
não fique à sós nessa cancão.
sinto-me perdido nesse exalto sentir.
abrace este momento,único e confortável.
não alvoroce esse querer.
de-me essa simpatia romancista.
onde estais agora?onde estais agora?
aceite meu singelo contemplo.
oh amiga querida!
faça parte de mim!
faz falta a mim!
deixe-me alcançar seus eventos não casuais,
desta historia pretenciada por mim.
de-me esta perpetuação amiga,
de seus próprios desejos.
(wallace vil)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Deferido

ainda fascinado por esse encanto.
ainda lembro da noite plena.
afastado de todo esse conto.
por favor não durma agora,
nesse incessante contratempo.
é chegada uma nova era.
preciso formar meu próprio talento,
em toda essa face marcada.
esse conto descontrolado.
essa hora planejada que não se acaba,
fico me completando com seu encanto.
já faz tempo desde a noite não planejada,
singelas lembranças,em prosas,
tento ser atento aos contornos do encontro.
façamos um pacto com palavras.
impio do meu próprio sabor.
essa historia clara,não disfarça,
não se acaba,não tem ator,mas tem valor.
façamos outra vez,sem hora arquitetada.
improprio para um ser frágil,
entretanto bem especulada.
em pratos aponto,
uma historia continua e marginalizada.
prepotente de um sonho forcado,
de um caso não arquivado.
(wallace vil)

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

primeira estacao

o inverno se foi e a primavera nos deixou,
no entanto o verao jaz a porta.
esta impetulante estacao.
inimiga dos contos.
ainda que o brilho do sol ilumine.
ainda que seu calor nos aqueca,
sinto-me preso nesse periodo desinspirador.
fascinado pelas sugestivas noites frias,
pelo frio do  vento que corta minha face.
as ruas caladas,frias e sensatas,
pois seus visitantes acolheram-se.
fugiram do ardente frio.
um pouco de cafe,um papel e uma pena.
a doce melodia da cancao ,
a mesma de outrora.
sim!assim fica sereno,
fica a vontade.
contar tudo o que sinto,
tudo o que penso,
mas o egoismo e' a perda da compaixao.
o individualismo nos isola,
do que tanto ha nesta estacao,
onde se habita um ceu limpido e anil.
uma noite infestada de estrelas,
e porque nao,uma rua repleta de personagens.
com tudo que esta passagem tem,
porque nao,um novo conto.
dar um mergulho nesse mar de verao (sem fim).
nessa praia sem solidao.
nesse encanto verao.

(wallace vil)

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

qurta dança

Ainda sinto o sopro do seu amor.
tao perto fiquei, a vontade fiquei.
as danças eram embalantes.
confinados na noite sugestiva.
Singela,fria e sensata.
embalados pela euforia do sentimento.
unidos pelo conforto de nossos sonhos.
distraídos do realismo pelo romantismo.
criávamos e vivíamos um conto,
único,forte e verdadeiro.
confiávamos só no que sentiamos,
no que nos pertencia.
cegos e confiantes e seguros.
ainda que isolados pelo próprio coracao,
sei que o conto ainda esta sendo escrito.
ainda que cesse um elo continuo,
não ha exilo da propiá mente,
não criada,mas vivenciada e sentida.
(wallace vil)

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

terceira dança

Sozinho no meu quarto,
pensando como seria.
Como tudo escorreu pelas minhas mãos.
Ontem eu pensava em você.
Ontem estávamos abracados,
Juntos pelo acaso.
Cada dia que se passa sinto sua falta.
As estacoes caem sobre minha mente.
Os muros do rancor já não suportam tanta essa solidão.
Ha tantas faces a frente.
Ha tantos amores escondidos.
Mas eu achei o que desejo.
Hoje eu penso em você.
Sonho com luzes e rosas.
Com tantas cartas que você recebeu.
Ha tantas lagrimas no meu rosto.
Hoje percebo que sofro com conforto.
Amo a face que branda sobre minha mente.
Sua face exposta no meu olhar.
Ha tantas claras e tantas cartas nesse mundo chamado sentimento.
Hoje penso como seria,
Mas a verdade é que hoje penso só em você.
Estou aqui em meu quarto,
Olhando seu brilho em meu olhar.
Sua branca e clara ternura me retem ao canto único do nosso amor.
Vou sentindo todo esse rancor passado
e sonhando com esse franco amor
e o que me resta é só te amar.
(wallace vil)

segunda dança

Esse amor incessante e pulsante,
Continuo e franco.
Entre laços passados,não me despeço.
Procuro-a nos horizontes obscuros,
Nas faces claras e brandas.
Entre tantos contos apenas canto,
o estribilho de um amor,
cansado e forte,sensato e alarmado.
Junto ao seu encontro,
Meu destino insiste.
Sobre tantas cartas e palavras francas.
Em tantos dias passados.
Nas noites a sós caminho a sua procura.
Apenas meu caminho.
Apenas Sua presença.
Logo a encontrarei no horizonte,
com brilhos e luzes claras.
Com a certeza que o encontro ainda persiste em nossos caminhos.
(wallace vil)

primeira dança

As noites são frias.
Caladas,sensatas.
Com sombras,sem estrelas.
As nuvens são turvas.
Caminho entre os arbustos.
Caminho ao brilho da lua.
As luzes são turvas.
O caminho parece não ter fim.
A cancão continua a mesma.
Sinto o frio que vem do sul.
Creio que esteja a sós.
Procuro-a entre as sombras.
Sinto um sentimento cortando por dentro.
Ela não cessa seu horizonte,
que flui entre as montanhas,
sem saber que a amo sinceramente.
A sós continuo.
Me encontra,mas é escuro demais.
Não vejo seus passos.
Apenas sinto.
Forma deslumbrante.
Preciso prosseguir meu caminho.
A lua esta vazia.
Meus olhos estão trémulos.
Em minha mente somente sua face.
Onde esteja eu continuarei.
Não me disse adeus.
E fica a deriva.
Suas palavras foram claras.
Em minhas cartas o sentimento,
Verdadeiro e continuo.
O vento corta meu peito frigido.
Em meio a essa horta,
Um amor claro e continuo.
Em meio a tantos alvoroços,
Não me alarmo.
É a estacão da rainha de maio.
Sua passagem não me afinge.
Em meus desejos,
Consigo amar entre tantos alvoroços.
Caminho para ela.
Caminho com ela.
(wallace vil)

sábado, 12 de novembro de 2016

sentimento quardado

Faz tanto tempo,
mas ainda lembro,
ainda sonho.
Momentos exaltos e bons.
Noites não condicionais.
Encontros singelos.
Seu jeito,seu sorriso,sugestivavm
o momento,o conto,o romance.
Nada posso lamentar,
exceto a saudade.
em meus pensamentos;
lembranças,beijos,abraços.
Carinhos entre nos e a noite.
Ainda que ha longinguo tempo,
sinto a euforia daqueles momentos.
Não ha descarte de um novo conto.
Em uma nova noite,
sugestiva,singela e eterna.
(wallace vil)