quinta-feira, 24 de novembro de 2016

primeira estacao

o inverno se foi e a primavera nos deixou,
no entanto o verao jaz a porta.
esta impetulante estacao.
inimiga dos contos.
ainda que o brilho do sol ilumine.
ainda que seu calor nos aqueca,
sinto-me preso nesse periodo desinspirador.
fascinado pelas sugestivas noites frias,
pelo frio do  vento que corta minha face.
as ruas caladas,frias e sensatas,
pois seus visitantes acolheram-se.
fugiram do ardente frio.
um pouco de cafe,um papel e uma pena.
a doce melodia da cancao ,
a mesma de outrora.
sim!assim fica sereno,
fica a vontade.
contar tudo o que sinto,
tudo o que penso,
mas o egoismo e' a perda da compaixao.
o individualismo nos isola,
do que tanto ha nesta estacao,
onde se habita um ceu limpido e anil.
uma noite infestada de estrelas,
e porque nao,uma rua repleta de personagens.
com tudo que esta passagem tem,
porque nao,um novo conto.
dar um mergulho nesse mar de verao (sem fim).
nessa praia sem solidao.
nesse encanto verao.

(wallace vil)

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

qurta dança

Ainda sinto o sopro do seu amor.
tao perto fiquei, a vontade fiquei.
as danças eram embalantes.
confinados na noite sugestiva.
Singela,fria e sensata.
embalados pela euforia do sentimento.
unidos pelo conforto de nossos sonhos.
distraídos do realismo pelo romantismo.
criávamos e vivíamos um conto,
único,forte e verdadeiro.
confiávamos só no que sentiamos,
no que nos pertencia.
cegos e confiantes e seguros.
ainda que isolados pelo próprio coracao,
sei que o conto ainda esta sendo escrito.
ainda que cesse um elo continuo,
não ha exilo da propiá mente,
não criada,mas vivenciada e sentida.
(wallace vil)

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

terceira dança

Sozinho no meu quarto,
pensando como seria.
Como tudo escorreu pelas minhas mãos.
Ontem eu pensava em você.
Ontem estávamos abracados,
Juntos pelo acaso.
Cada dia que se passa sinto sua falta.
As estacoes caem sobre minha mente.
Os muros do rancor já não suportam tanta essa solidão.
Ha tantas faces a frente.
Ha tantos amores escondidos.
Mas eu achei o que desejo.
Hoje eu penso em você.
Sonho com luzes e rosas.
Com tantas cartas que você recebeu.
Ha tantas lagrimas no meu rosto.
Hoje percebo que sofro com conforto.
Amo a face que branda sobre minha mente.
Sua face exposta no meu olhar.
Ha tantas claras e tantas cartas nesse mundo chamado sentimento.
Hoje penso como seria,
Mas a verdade é que hoje penso só em você.
Estou aqui em meu quarto,
Olhando seu brilho em meu olhar.
Sua branca e clara ternura me retem ao canto único do nosso amor.
Vou sentindo todo esse rancor passado
e sonhando com esse franco amor
e o que me resta é só te amar.
(wallace vil)

segunda dança

Esse amor incessante e pulsante,
Continuo e franco.
Entre laços passados,não me despeço.
Procuro-a nos horizontes obscuros,
Nas faces claras e brandas.
Entre tantos contos apenas canto,
o estribilho de um amor,
cansado e forte,sensato e alarmado.
Junto ao seu encontro,
Meu destino insiste.
Sobre tantas cartas e palavras francas.
Em tantos dias passados.
Nas noites a sós caminho a sua procura.
Apenas meu caminho.
Apenas Sua presença.
Logo a encontrarei no horizonte,
com brilhos e luzes claras.
Com a certeza que o encontro ainda persiste em nossos caminhos.
(wallace vil)

primeira dança

As noites são frias.
Caladas,sensatas.
Com sombras,sem estrelas.
As nuvens são turvas.
Caminho entre os arbustos.
Caminho ao brilho da lua.
As luzes são turvas.
O caminho parece não ter fim.
A cancão continua a mesma.
Sinto o frio que vem do sul.
Creio que esteja a sós.
Procuro-a entre as sombras.
Sinto um sentimento cortando por dentro.
Ela não cessa seu horizonte,
que flui entre as montanhas,
sem saber que a amo sinceramente.
A sós continuo.
Me encontra,mas é escuro demais.
Não vejo seus passos.
Apenas sinto.
Forma deslumbrante.
Preciso prosseguir meu caminho.
A lua esta vazia.
Meus olhos estão trémulos.
Em minha mente somente sua face.
Onde esteja eu continuarei.
Não me disse adeus.
E fica a deriva.
Suas palavras foram claras.
Em minhas cartas o sentimento,
Verdadeiro e continuo.
O vento corta meu peito frigido.
Em meio a essa horta,
Um amor claro e continuo.
Em meio a tantos alvoroços,
Não me alarmo.
É a estacão da rainha de maio.
Sua passagem não me afinge.
Em meus desejos,
Consigo amar entre tantos alvoroços.
Caminho para ela.
Caminho com ela.
(wallace vil)

sábado, 12 de novembro de 2016

sentimento quardado

Faz tanto tempo,
mas ainda lembro,
ainda sonho.
Momentos exaltos e bons.
Noites não condicionais.
Encontros singelos.
Seu jeito,seu sorriso,sugestivavm
o momento,o conto,o romance.
Nada posso lamentar,
exceto a saudade.
em meus pensamentos;
lembranças,beijos,abraços.
Carinhos entre nos e a noite.
Ainda que ha longinguo tempo,
sinto a euforia daqueles momentos.
Não ha descarte de um novo conto.
Em uma nova noite,
sugestiva,singela e eterna.
(wallace vil)